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Escola da Inclusão celebra um ano com impacto direto em mais de 35 mil pessoas no estado de SP

Iniciativa da SEDPcD consolida modelo inovador de formação, acessibilidade e difusão de conhecimento para promoção dos direitos das pessoas com deficiência
Com foco na formação de profissionais, no fortalecimento de políticas públicas e na sensibilização da sociedade, a Escola tem ampliado o acesso à informação e contribuído para a redução de barreiras

O governo de São Paulo celebra nesta sexta-feira (10) um ano da publicação do decreto nº 69.470/2025, assinado pelo governador Tarcísio de Freitas, criando a Escola da Inclusão, da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD). A escola surgiu com a missão de promover a inclusão social por meio da educação, da capacitação e da difusão de conhecimento acessível.

Ao longo de seu primeiro ano de funcionamento, a Escola da Inclusão se consolidou como um importante instrumento de transformação social, impactando diretamente mais de 35 mil pessoas em todo o estado de São Paulo. Com foco na formação de profissionais, no fortalecimento de políticas públicas e na sensibilização da sociedade, a Escola tem ampliado o acesso à informação e contribuído para a redução de barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência.

Para o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa, o primeiro ano da Escola da Inclusão demonstra a força de políticas públicas bem estruturadas. “A Escola da Inclusão nasceu com um propósito muito claro: transformar vidas por meio do conhecimento”, disse o secretário. “Em apenas um ano, conseguimos levar capacitação, informação e oportunidades para milhares de pessoas, fortalecendo uma cultura de respeito, acessibilidade e igualdade no estado de São Paulo. Esse é apenas o começo de um projeto que veio para ampliar direitos e construir uma sociedade verdadeiramente inclusiva.”

Entre os principais resultados alcançados, destacam-se os cursos oferecidos pela instituição, que atenderam 31.079 pessoas em formações como Introdução à Libras, Libras Básico (módulos I e II), Braille, Linha Braille e Manutenção de Máquina Braille. As oficinas culturais e esportivas também tiveram papel relevante, com 508 atendimentos em atividades como teatro, música, dança, arteterapia, bocha, tênis de mesa, lutas, ginástica, jogos de tabuleiro, ioga, pilates e futebol.

A produção de conteúdo acessível foi outro pilar estratégico da Escola da Inclusão. As “Pílulas da Inclusão” levaram informação qualificada à população com temas como Transtorno do Espectro Autista (TEA) em diferentes níveis de ensino, direitos da pessoa com deficiência, acessibilidade, violência e políticas públicas, somando 1.377 visualizações. Já a Videoteca da Inclusão alcançou 1.067 pessoas com conteúdos educativos sobre moda inclusiva, turismo acessível, cerimonial inclusivo e tecnologias assistivas.

A agenda de eventos também contribuiu para ampliar o debate e o engajamento social, reunindo 640 participantes em iniciativas como o 3º Encontro da Cultura Surda e Arte em Movimento, o 1º Encontro de Tradução e Interpretação, o Seminário do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, além de workshops e ações interinstitucionais.
No campo da formação profissional, a Escola capacitou 900 pessoas, incluindo 186 metroviários, preparados para aprimorar a comunicação com passageiros surdos, e 98 diretores de jogos da Federação Paulista de Futebol, voltados à recepção e inclusão de pessoas com deficiência em eventos esportivos.

Outro destaque foi a produção e distribuição de conhecimento por meio de guias e cartilhas, com 4 mil exemplares disponibilizados em universidades e plataformas digitais, ampliando o alcance das informações acessíveis.

A diretora da Escola da Inclusão, professora Lubienska Jaquiê Ribeiro, também destaca o significado desse marco: “Celebrar o primeiro ano da Escola da Inclusão é motivo de grande orgulho, mas, acima de tudo, representa a concretização de um compromisso público com a inclusão. Foi uma honra receber o convite do nosso Secretário, Marcos da Costa, para contribuir na construção e implementação dessa iniciativa. Tem sido um desafio enorme, mas também uma das missões mais significativas da minha trajetória. Seguimos com responsabilidade e compromisso, porque inclusão é transformação real na vida das pessoas.”

A Escola também avançou na democratização do ensino superior ao implementar o primeiro Polo Univesp Inclusivo do Estado de São Paulo. Atualmente, o polo conta com 9 cursos ativos e 30 alunos matriculados, com previsão de ampliação para mais 30 vagas em 10 cursos no vestibular de 2026.

Com resultados expressivos e uma atuação abrangente, a Escola da Inclusão reafirma seu papel como referência em formação e disseminação de práticas inclusivas, fortalecendo o compromisso do Governo do Estado de São Paulo com a promoção dos direitos das pessoas com deficiência.