Agência SP

fechar

Interior de SP tem menor número de roubos da série histórica em janeiro

Indicadores também apresentam queda nos furtos em geral e nas regiões de Piracicaba e Ribeirão Preto
Em 2014, as cidades do interior atingiram o pico de casos de roubos, com mais de 8 mil ocorrências. Em janeiro de 2023, foram 4.097 crimes

O interior de São Paulo fechou janeiro com o menor número de roubos da série histórica. Os furtos em geral também caíram e tiveram o menor resultado para o mês desde 2021.

Os roubos passaram de 2.882 casos em janeiro do ano passado para 2.035 em 2026, queda de 29,3%. É o menor número da série histórica. Em 2014, as cidades do interior atingiram o pico de casos de roubos, com mais de 8 mil ocorrências. Em janeiro de 2023, foram 4.097 crimes.

Já os furtos em geral caíram de 20.799 para 17.901 registros, queda de 13,9%. O resultado é o menor desde 2021, quando janeiro terminou com 16.755 ocorrências.

LEIA MAIS: Estado de São Paulo tem o menor número de homicídios da história em janeiro

Ainda no período, as forças de segurança apreenderam 673 armas de fogo ilegais ou irregulares. Em janeiro, 11.583 infratores foram presos ou apreendidos nas cidades do interior — a maioria em flagrante. 

As ações integradas entre as Polícias Civil e Militar, com a ampliação das investigações contra quadrilhas e o policiamento ostensivo com operações para combater os delitos, contribuíram para a queda dos índices no primeiro mês do ano.

Na região de Ribeirão Preto, os roubos passaram de 345 para 231 registros, queda de 33%. Os furtos caíram de 3.318 para 2.594 casos, redução de 21,8%. Na região, 1.645 suspeitos foram presos ou apreendidos no período.

Na área de Piracicaba, os roubos tiveram uma redução de 39,7%, com 194 registros. Os furtos diminuíram 13,8%, fechando janeiro com 1.937 casos. 

LEIA MAIS: Cidade de São Paulo tem o menor número de roubos de veículos para um único mês em duas décadas

Segundo o coronel Cleotheos Sabino de Souza Filho, comandante do Comando de Policiamento do Interior 9, “o efetivo operacional foi empregado de maneira estratégica, nos locais e horários com maior incidência criminal, atuando em diversas operações policiais. As agências de inteligência também atuaram de forma conjunta com outros órgãos, proporcionando informações importantes que, unidas à estratégia operacional, contribuíram para a redução da criminalidade”.