A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo atua nesta sexta-feira (13), juntamente com o Ministério Público e as Polícias Civil e Militar de São Paulo, nas investigações da Operação Mágicos de Oz, destinada ao cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão temporária em São Paulo, Osasco, Valinhos e Tupi Paulista.
O Ministério Público do Estado de São Paulo conduz a operação, por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (GEDEC), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). O foco é desarticular um esquema de corrupção, fraudes tributárias e lavagem de dinheiro instalado na Delegacia Regional do Trabalho (DRT-14), de Osasco, identificado durante investigação iniciada a partir da Operação Ícaro.
A investigação aponta a existência de uma estrutura que utilizava pessoas para recebimento de propina por agentes públicos, com posterior movimentação de valores ilícitos e ocultação patrimonial.
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Foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão temporária, além de ter sido determinado o afastamento de quatro agentes fiscais de renda de suas funções, bem como o afastamento do cargo do vice-prefeito de Tupi Paulista.
Como integrante do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA-SP), a Sefaz-SP, por meio da Corregedoria da Fiscalização Tributária (Corfisp), tem atuado em diversas frentes e operações de combate à sonegação fiscal, à lavagem de dinheiro e a ilícitos contra a ordem tributária, em conjunto com os órgãos responsáveis pela operação realizada nesta sexta.
A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo atua desde a deflagração da Operação Ícaro, em agosto de 2025, em conjunto com o Ministério Público, colaborando com as investigações.
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Atualmente, estão em andamento 33 procedimentos administrativos com a finalidade de verificar possíveis envolvimentos de servidores em práticas ilícitas, com possibilidade de demissão. A Sefaz reitera seu compromisso com os valores éticos e com a justiça fiscal, repudiando qualquer ato ou conduta ilícita e comprometendo-se com a apuração de eventuais desvios, nos estritos termos da lei.
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